<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-6159537443576853316</id><updated>2011-12-29T20:16:33.404-08:00</updated><title type='text'>Arte na Artéria</title><subtitle type='html'></subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://artenaarteria.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6159537443576853316/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://artenaarteria.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Estêvão dos Anjos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09318406861158334154</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='17' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_OT9n2R0iMDw/TLHuGhEqKfI/AAAAAAAAAqg/1LA0CYZdNDk/S220/C%C3%B3pia+de+DSC02021.JPG'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>8</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6159537443576853316.post-5498203553574098714</id><published>2011-12-29T20:14:00.000-08:00</published><updated>2011-12-29T20:16:33.412-08:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Eu queria encontrar uma música que pudesse dar ritmo a tudo o que eu tenho pra falar, porque dizer assim, meio acelerado como falo, pode perder a melodia e a maviosidade das palavras. Usei a palavra maviosidade sem saber o seu significado (agora sei que significa suave) porque de alguma forma ela me remete ao mar, às ondas. E eu queria fazer uma breve comparação – talvez até um pouco melosa, mas dane-se – com esse mar de mim, em que constantemente me naufrago.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Então, náufrago de mim mesmo, digo que esse mar tem ondas, e essas ondas vão me conduzindo a um solo que mesmo arenoso me parece sólido e, com plena consciência que, às vezes, as areias podem nos afogar mais que o mar, me molho aos poucos em você. E é nessa areia molhada, impossível de afogar ou sugar algo, que eu piso. Porque ao me derramar em você – em palavras, em afetos e em gestos de querer – tudo se torna algo tão sólido, tão concreto... E como ondas, aos poucos vou avançando cada vez mais, umedecendo-a e te deixando tão firme. E nesse mar às vezes turbulento, às vezes brando, deixemos o barco seguir o rumo, encostar nas marinas, nosso porto seguro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É também na areia molhada que finco os pés, deixando marcas e saindo com os pés cheio de areias grudadas em mim – semelhando ao cheiro que gruda-se a mim e que levo para casa a cada despedida. E, então, ficamos assim, eu tão mar e você tão areia que, quando misturados, permitem uma nova forma, capaz de construir casinhas, montanhas e até castelos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Chego cá sem encontrar música alguma e tudo me saiu atropelado, afoito desengonçado, interrompido apenas por alguns sinais de pontuação. Mas fazer o quê, se fosse poeta faria um dístico, um pé lá e outro cá, simbolizando o mar, simbolizando a onda, simbolizando eu e você. Porém, não sabemos andar, o que dirá dançar? Deixemos a arte para os poetas e as dançarinas. Para nós deixemos as casas, os apartamentos, castelos e Marinas.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6159537443576853316-5498203553574098714?l=artenaarteria.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://artenaarteria.blogspot.com/feeds/5498203553574098714/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6159537443576853316&amp;postID=5498203553574098714' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6159537443576853316/posts/default/5498203553574098714'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6159537443576853316/posts/default/5498203553574098714'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://artenaarteria.blogspot.com/2011/12/eu-queria-encontrar-uma-musica-que.html' title=''/><author><name>Estêvão dos Anjos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09318406861158334154</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='17' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_OT9n2R0iMDw/TLHuGhEqKfI/AAAAAAAAAqg/1LA0CYZdNDk/S220/C%C3%B3pia+de+DSC02021.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6159537443576853316.post-5053283893709086292</id><published>2011-12-14T18:55:00.000-08:00</published><updated>2011-12-14T18:57:36.291-08:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;p align="justify"&gt;Ao som de João e o Pé de feijão - Cícero&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aviso que não sou mais eu, perdi-me em gestos, traços e trejeitos seus. Aos pouco fui consumido pelo andar desengonçado e, então, nossas pernas passaram a ser apenas uma, confundindo nossos passos. Tomamos rumos diferentes pisando as mesmas pisadas que outrora pisei. Calejei a alma e não senti os espinhos já pisados. Mas ao teu lado tudo é tão cócegas. Já não falo por mim, criamos um tom que dançamos a mesma valsa da solidão. E nos fazemos pares tão entrosados que chega a ser engraçado esse dançar. Rimos ao invés de chorar e tudo é tão mais fácil. Fingimo-nos surdos ao mundo fora de nosso mundo, só assim os espinhos e a dança são tão doces. E nessa prosódia de nós dois, somos poesia e prosa, somos metáfora e linguagem dicionarizante, neologismos que criamos para melhor nos destacarmos de tudo isso que é tão igual e tão estranho a nós. Somos algo não conceituado, diferente de tudo que foi visto, às vezes cama, às vezes lona, às vezes chama, à vezes clama – por sentido. Esse não encontramos, mas para quê procurá-lo quanto tudo é novo, raro e feliz, como algo nunca dantes vivido?&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6159537443576853316-5053283893709086292?l=artenaarteria.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://artenaarteria.blogspot.com/feeds/5053283893709086292/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6159537443576853316&amp;postID=5053283893709086292' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6159537443576853316/posts/default/5053283893709086292'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6159537443576853316/posts/default/5053283893709086292'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://artenaarteria.blogspot.com/2011/12/ao-som-de-joao-e-o-pe-de-feijao-cicero.html' title=''/><author><name>Estêvão dos Anjos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09318406861158334154</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='17' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_OT9n2R0iMDw/TLHuGhEqKfI/AAAAAAAAAqg/1LA0CYZdNDk/S220/C%C3%B3pia+de+DSC02021.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6159537443576853316.post-4164891594150278138</id><published>2011-11-08T06:54:00.000-08:00</published><updated>2011-11-08T06:55:06.158-08:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>É tão tolo o fato de buscar esperanças em coisas externas na tentativa de no encontrarmos, em alma. Rio de mim mesmo quando me pego folheando horóscopos – são vários em um mesmo dia com dizeres diferentes – em folhas de jornais de hoje. Dos muitos que visito recorto em mim apenas aqueles que nos dá a chance desse choque de seres abertos e dispostos a. O sorriso de hoje não está no horóscopo, no jornal, em mim. Prendo-me a esperanças vãs, que vão embora ao ler a próxima previsão. “Vai ver isso acontecerá com outro canceriano ou outra virginiana”, pensa abrindo um próximo. É tudo sobre mim e sobre não-mim, sobre nós, sobretudo a parte que me enche de esperanças. Sobreponho, então, a vontade à razão, descartando aquilo que não diz nada sobre nós, previsões erradas de um futuro tão certo.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6159537443576853316-4164891594150278138?l=artenaarteria.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://artenaarteria.blogspot.com/feeds/4164891594150278138/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6159537443576853316&amp;postID=4164891594150278138' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6159537443576853316/posts/default/4164891594150278138'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6159537443576853316/posts/default/4164891594150278138'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://artenaarteria.blogspot.com/2011/11/e-tao-tolo-o-fato-de-buscar-esperancas.html' title=''/><author><name>Estêvão dos Anjos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09318406861158334154</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='17' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_OT9n2R0iMDw/TLHuGhEqKfI/AAAAAAAAAqg/1LA0CYZdNDk/S220/C%C3%B3pia+de+DSC02021.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6159537443576853316.post-7593436322222907387</id><published>2011-10-30T21:43:00.000-07:00</published><updated>2011-10-30T21:44:13.523-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>É porque, de repente, me dá uma saudade estranha de você. Estranha porque nos falamos há poucos minutos e quando você sai assim, apertando, me dá um aperto por dentro. E o tempo parece estagnar, estragando todo o depois. Porque o que está importando é o agora em que você está. E porque o que está em jogo é tudo que eu havia jogado pra cima e desistido, mas que agora veio você e foi pondo tudo nos devidos locais, reorganizando os móveis, redecorando a sala, talvez até mudando toda a mobília. Então, para matar essa saudade eu abro um álbum de fotos suas e passo a imaginar cada situação, cada porquê que motivou aquele sorriso – mesmo ele sendo azedo ou forçado para uma foto qualquer. E aí eu fico aqui, relembrando momentos que passamos e que você deu um sorriso tão parecido quanto o de cada fotografia. E são nesses momentos que eu começo a sentir que o sofá está na cozinha, a geladeira no porão, guardaram um quadro dentro do microondas e livros estão espalhados pelo chão.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6159537443576853316-7593436322222907387?l=artenaarteria.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://artenaarteria.blogspot.com/feeds/7593436322222907387/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6159537443576853316&amp;postID=7593436322222907387' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6159537443576853316/posts/default/7593436322222907387'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6159537443576853316/posts/default/7593436322222907387'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://artenaarteria.blogspot.com/2011/10/e-porque-de-repente-me-da-uma-saudade.html' title=''/><author><name>Estêvão dos Anjos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09318406861158334154</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='17' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_OT9n2R0iMDw/TLHuGhEqKfI/AAAAAAAAAqg/1LA0CYZdNDk/S220/C%C3%B3pia+de+DSC02021.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6159537443576853316.post-86012382996458387</id><published>2011-10-28T12:06:00.000-07:00</published><updated>2011-10-28T12:21:58.528-07:00</updated><title type='text'>Sobre tempos, modos e estados</title><content type='html'>A ti peço permissão, Chronos&lt;br /&gt;Para falar dos tempos,&lt;br /&gt;Para falar do como&lt;br /&gt;As coisas em mim estão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não sou deste tempo&lt;br /&gt;Não sou deste modo&lt;br /&gt;Não participo do presente&lt;br /&gt;No particípio sou achado&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não me conjugo&lt;br /&gt;Verbo defectivo &lt;br /&gt;da segunda do plural&lt;br /&gt;Sem rimas, complementos&lt;br /&gt;Intransitivo &lt;br /&gt;Sou&lt;br /&gt;Este destempero&lt;br /&gt;Verbo amodal restritivo passado&lt;br /&gt;De desespero em destempero&lt;br /&gt;Na primeira pessoa me solidifico&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em estados liquefeitos&lt;br /&gt;O rarefeito liquidou&lt;br /&gt;Para todos os efeitos&lt;br /&gt;O sólido se gaseificou&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6159537443576853316-86012382996458387?l=artenaarteria.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://artenaarteria.blogspot.com/feeds/86012382996458387/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6159537443576853316&amp;postID=86012382996458387' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6159537443576853316/posts/default/86012382996458387'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6159537443576853316/posts/default/86012382996458387'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://artenaarteria.blogspot.com/2011/10/ti-peco-permissao-chronos-para-falar.html' title='Sobre tempos, modos e estados'/><author><name>Estêvão dos Anjos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09318406861158334154</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='17' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_OT9n2R0iMDw/TLHuGhEqKfI/AAAAAAAAAqg/1LA0CYZdNDk/S220/C%C3%B3pia+de+DSC02021.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6159537443576853316.post-7169912518258069101</id><published>2011-09-29T20:12:00.001-07:00</published><updated>2011-09-29T20:17:02.184-07:00</updated><title type='text'>LEITMOTIV</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;É porque tudo isso tem que acompanhar uma pulsação que não é a dele ou a dela um pulso sem controle uma impulsão e esse ritmo às vezes vem atropelado e infreável tal como fala sem respiração. Outra vez é calmo, espaçado, sereno e pausado. É quando se encontra em seu estágio de labutação, de olhar, hibernardo em si. Quando não é aquele alvoroço de sensações de gosto e cheiros e sentidos epifanias de um ser que não é ele e que por habitá-lo habita-o e transborda-o. Não se sabe, ao certo onde se está agora, talvez o ritmo venha se ditando, se impondo, aos, poucos, mormente, docemente até que descambe na já tão conhecida impetuosidade que aos poucos adere-se à pele adentra a pele e torna-se pele fazendo-a um leitmotiv e que vírgulas e pontos façam-se necessários quiçá um ponto final. Até que tudo se torne o que era, porque tudo isso tem que acompanhar uma pulsação&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6159537443576853316-7169912518258069101?l=artenaarteria.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://artenaarteria.blogspot.com/feeds/7169912518258069101/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6159537443576853316&amp;postID=7169912518258069101' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6159537443576853316/posts/default/7169912518258069101'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6159537443576853316/posts/default/7169912518258069101'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://artenaarteria.blogspot.com/2011/09/leitmotiv.html' title='LEITMOTIV'/><author><name>Estêvão dos Anjos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09318406861158334154</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='17' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_OT9n2R0iMDw/TLHuGhEqKfI/AAAAAAAAAqg/1LA0CYZdNDk/S220/C%C3%B3pia+de+DSC02021.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6159537443576853316.post-4055706866894750945</id><published>2011-09-28T22:27:00.000-07:00</published><updated>2011-09-28T22:32:33.863-07:00</updated><title type='text'>SOPRANDO O OLVIDO</title><content type='html'>O grito saiu mudo. O próprio personagem, nem ele mesmo, o ouviu. O sentiu vibrar dentro de si. O fez não sair. Gritou mudo porque não sabia o que gritar e gritar assim, em silêncio, era a melhor forma que achou de gritar o que sentia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Gritou e ponto! O que era o fim é, simplesmente, pausa. Ofegância ou respiração suspensa.O sinalizar de um novo início)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O fez escuridão. Olhos e punhos cerrados. O trinco da porta impedia que ela estivesse aberta, deixando-o só na luz de seu quarto. O menino. O quarto. O silêncio. O grito. Olhando bem o grito era uma espécie de uivo. Ou barulho de passagem de vento. Ou apenas qualquer coisa vibrante. O trincar de dentes; nada de trincar de vidros. Oquidão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ouvindo melhor, se assemelhava a um grito de torcida. O jogador em campo em uma partida já encerrada. Ouçam! O apito do juiz. O vendedor ambulante. O silêncio. Ouvia a si mesmo. Ou vaias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O grito era ele próprio, misto de desespero e silêncio. O sofrimento sofrido na sofreguidão do ser; na surdina da noite. O grito é um conto que nunca será contado porque nunca será lido. O grito é a vontade de dizer, mas que não pode ser dita.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas, caso dita, quando tudo nos chegar aos ouvidos, olvidemos!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6159537443576853316-4055706866894750945?l=artenaarteria.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://artenaarteria.blogspot.com/feeds/4055706866894750945/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6159537443576853316&amp;postID=4055706866894750945' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6159537443576853316/posts/default/4055706866894750945'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6159537443576853316/posts/default/4055706866894750945'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://artenaarteria.blogspot.com/2011/09/soprando-o-olvido.html' title='SOPRANDO O OLVIDO'/><author><name>Estêvão dos Anjos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09318406861158334154</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='17' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_OT9n2R0iMDw/TLHuGhEqKfI/AAAAAAAAAqg/1LA0CYZdNDk/S220/C%C3%B3pia+de+DSC02021.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6159537443576853316.post-5297587127345090282</id><published>2011-09-20T20:16:00.000-07:00</published><updated>2011-09-28T22:24:16.053-07:00</updated><title type='text'>NEM TODO PONTO É FINAL</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;(.)&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6159537443576853316-5297587127345090282?l=artenaarteria.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://artenaarteria.blogspot.com/feeds/5297587127345090282/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6159537443576853316&amp;postID=5297587127345090282' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6159537443576853316/posts/default/5297587127345090282'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6159537443576853316/posts/default/5297587127345090282'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://artenaarteria.blogspot.com/2011/09/blog-post.html' title='NEM TODO PONTO É FINAL'/><author><name>Estêvão dos Anjos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09318406861158334154</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='17' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_OT9n2R0iMDw/TLHuGhEqKfI/AAAAAAAAAqg/1LA0CYZdNDk/S220/C%C3%B3pia+de+DSC02021.JPG'/></author><thr:total>1</thr:total></entry></feed>
